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EMPRESA ÍNTEGRA NÃO É MODISMO,
DIZ ESPECIALISTA EM COMPLIANCE

“Não tem volta. Não é moda, nem modismo. É algo que veio para ficar, e todos terão que se adaptar o mais rápido possível.” A afirmação do professor Gilberto Socoloski Júnior, especialista em comércio exterior e compliance, diz respeito ao conceito de integridade nas relações empresariais, sejam elas públicas ou privadas. Gestor nacional do Programa Empresa Íntegra, Socoloski fará um workshop sobre o assunto no XXVII Congresso Nacional de Corretores de Imóveis (Conaci), que acontece de 4 a 6 de setembro, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza.

Sob o título de “Compliance – Ética e integridade empresarial”, o workshop, segundo Socoloski, que é professor universitário há mais de 20 anos nas áreas de Administração, Marketing e Comércio Exterior, girará em torno da apresentação da Lei Anticorrupção e do impacto que ela causa no mundo empresarial, especialmente no que se refere ao pequeno empresário.

“Vamos mostrar como os pequenos empresários podem fazer para implementar a política de integridade, a importância disso tudo, além de abordar um pouco sobre análise de risco, como preparar um código de ética ou uma declaração de compromisso de luta contra a corrupção”, explica.

LEI ANTICORRUPÇÃO – Tudo começa, relembra Socoloski, a partir da sanção da Lei 12.846/2013 (Lei Anticorrupção) e sua posterior regulamentação via Decreto Federal 8.420/2015.

“Regulamentada a lei, a Controladoria Geral da União (CGU) procurou o Sebrae Nacional para a definição de uma estratégia de disseminação da lei entre os pequenos negócios, tendo em vista a maior participação desses nas compras públicas e encadeamentos produtivos.”

Na ocasião, foi firmado o Convênio Geral 59/2014 entre as duas instituições, para o qual foi construído um plano de trabalho com ações de responsabilidade compartilhada, sem repasse financeiro. Esse primeiro plano previa, principalmente, o desenvolvimento de conteúdo (cartilhas, filmes etc.) sobre o tema “Integridade Empresarial”, que se concluiu ser o mais adequado para a aproximação com esse público.

“A Lei Anticorrupção inovou no cenário legal brasileiro ao responsabilizar objetivamente as pessoas jurídicas, nas esferas administrativa e civil pela prática de ilícitos contra o erário público nacional ou estrangeiro. A Lei busca aliar a punição com a prevenção ao sugerir a adoção de políticas internas de integridade como, inclusive como atenuante para possíveis punições”, detalha o especialista, que no Sebrae Nacional atua originalmente como analista técnico da Unidade de Políticas Públicas e Desenvolvimento Territorial.

Durante sua execução, o primeiro plano de trabalho recebeu a adição de uma nova ação, o desenvolvimento de uma página na Internet que servisse de centro disseminador do programa. Ao final de 2016, os conteúdos produzidos foram disponibilizados na página www.sebrae.com.br/empresaintegra.

O Convênio com a CGU foi então aditado para mais dois anos e, por consequência, foi construído o segundo plano de trabalho, cujos objetivos centrais são a construção da Rede Nacional de Disseminação do Programa Empresa Íntegra (REI)

“A REI é uma ação essencial para que as informações cheguem ao máximo de empresas no Brasil, e o desenvolvimento do Movimento da Empresa Íntegra voltado à construção de um portal interativo pelo qual os empresários poderão, além de construir sua política interna de integridade utilizando-se de elementos gamificados (técnicas que envolvem videojogos), disseminar suas práticas nas redes sociais como elementos de incentivo para outras empresas. O Movimento também prevê uma grande campanha de comunicação de maneira a elevar o tema ao nível de prioridade nacional”, conclui Socoloski.

Veja quem mais estará lá e faça agora mesmo sua inscrição: www.conaci.com.br.









 

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